Páginas

Boas Vindas

Seja Bem Vindo e Aproveite ao Máximo!
Curta, Divulgue, Compartilhe e se desejar comente.
Que o Eterno o abençoe!!

sábado, 26 de agosto de 2017

Marcelo Peregrino Silva - Israel, a Nova Aliança e a Igreja

sábado, 5 de agosto de 2017

Marcelo Peregrino Silva - Aula 5 - A identidade do Espírito Santo

A terra santa que nos deu a lei e a graça

 Imagem relacionada


Tenho revisto minha teologia, conforme já mencionei em artigos anteriores. Consequentemente, minha posição a respeito das leis de Deus é que devemos obedecer justamente porque fomos salvos. E algumas pessoas me questionam. Ou simplesmente dizem quem não devemos mais cumprir as leis bíblicas. Por isso, também como já falei em um artigo anterior, precisamos entender que a Bíblia é um livro judaico, para o povo judeu, nós recebemos a palavra por causa da graça. 

Sendo assim, por estar revendo muito do que aprendi, tenho escrito artigos tanto aqui como em outras redes sociais. Como faço meus estudos Bíblicos, e busco o contexto original das escrituras, tenho também buscado referências boas dentro do contexto judaico messiânico. Eles são judeus que crêem no Messias Yeshua, ou seja, Jesus Cristo. E tenho aprendido muito com os artigos e vídeos do Ministério Ensinando de Sião.  

Assim, como esse olhar, buscando o conhecimento mais profundo e no intuito de aprender mais, li o artigo abaixo, que mostra a importância da terra e povo que Deus usou para que a lei e a graça viesse até nós. Por isso aproveite, leia este artigo com a Bíblia aberta para ler as referências e ore, tenho certeza que Deus vai abrir seus olhos.


A terra santa que nos deu a lei e a graça

Se observarmos bem, somente uma nação, uma terra e um povo do mundo nos trouxe o grande legado da Lei de Deus e, sobretudo, a Graça da salvação pela fé em Yeshua: – a terra de Israel e o povo da Bíblia, o povo hebreu.Não podemos olhar para Israel sem distinguir este grande legado para a humanidade: Imaginem um mundo, onde não se mata, não se furta, onde homens e mulheres honram seus pais e seus cônjuges, onde não há cobiça, mentira, inveja e outras coisas mais! Não estaríamos já vivendo num pequeno paraíso? Imaginem agora toda humanidade crendo no Messias, Yeshua, conquistando a vida eterna. Não estaríamos diante de uma redenção fantástica?

Um dos importantes temas da fé judaico-cristã que enfocaremos nesta edição se refere ao correto entendimento sobre a Graça e a Lei. É muito comum ouvir da boca de um crente: “estou debaixo da graça e não debaixo da lei”. Realmente, podemos encontrar este versículo na Carta de Paulo aos Romanos (Rm 6:14). Mas, este versículo tem sido interpretado erroneamente pelos pais da Igreja cristã até nos dias de hoje, infelizmente. Alguns crêem, por incrível que pareça, que o Antigo Testamento é um livro de lendas e história de Israel. O pior é que muitos usam ou citam este versículo como se fosse um “passaporte” para o crente, na graça, fazer quase tudo o que deseja. Agem como se a graça de Jesus abrisse todas as portas quanto aos “antigos” mandamentos, estatutos ou ordenanças dados por Deus sob a forma de leis. Outros pensam: – se estamos debaixo da graça não há fronteiras ou limites que nos cercam. Como por exemplo, pode-se comer e beber tudo o que se deseja de modo irrestrito; trabalhar o tanto, como e quando quisermos; relacionar com quem quisermos; sentar e conviver com quem quisermos; envolver-se intensivamente com as coisas profanas do mundo; não respeitar os limites de um relacionamento íntimo conjugal; criar filhos e educá-los sem os impor limites e punições, enfim, estamos na graça e “livres” de qualquer lei que nos oprime, nos incomoda ou nos aborreça. “Lei é para os desobedientes judeus ou para aqueles que buscam para si um peso ou um neurótico estilo de vida”, dizem alguns cristãos. O que vale é só a graça de Deus! Em grande engano está aquele que pensa assim.Afinal, “Estamos ou não debaixo da graça e não debaixo da lei”? Será que Paulo anulou a lei que Jesus não aboliu (Mt 5:17) quando citou este versículo? Não é difícil perceber que o contexto que Paulo aqui se refere, como judeu zeloso e cumpridor da lei (At 25:8;28:17), não é que a graça de ser salvo anulou a lei, mas sim, aquele que teve a experiência do novo nascimento em Cristo, ou seja, a natureza do pecado que habitava em nós deu lugar ao Espírito de Deus, não estando mais sob o jugo da lei do pecado (natureza do pecado), que oprime, amarra e destrói o homem, o separando de Deus. Uma coisa é entender o mal uso da lei, como o legalismo, o fanatismo, e a outra, é viver sob os princípios da lei. Se este versículo continua sendo entendido erroneamente pelos cristãos, então, é melhor que estes cristãos risquem todas as cartas de Paulo, os escritos dos profetas e toda a Torá de suas Bíblias, pois, encontramos nas Escrituras os inefáveis benefícios da lei, a qual o próprio Paulo como salvo em Yeshua (Jesus) se refere a ela chamando-a de santa, justa e boa e que nela se encontra prazer (Rm 7:12;22). Ele disse isto, não só porque ele era um judeu zeloso, mas, sobretudo, porque os gentios também deviam ter consciência que a lei é santa, justa e boa, como escrito no verso 12 da sua carta endereçada aos Romanos. Devemos, então, rever nossos conceitos bíblicos e abolir de vez frases como: “não temos nenhum compromisso com a lei”, “Cristo nos resgatou dessa maldição ou a lei é para judeus e a graça é para os crentes” ou ainda “ o fim da lei é Cristo” no sentido que Ele terminou com a lei, etc. Estes são versículos, infelizmente, mal interpretados por muitos cristãos. Tal má interpretação irá cada dia mais afastar a Igreja do verdadeiro propósito, distanciando-a ainda mais de suas raízes bíblicas e judaicas e, principalmente, de Israel e de seu povo que ainda precisam ser salvos, reconhecendo Yeshua como o seu esperando Messias. Ainda encontramos, infelizmente, em nosso meio cristão, raízes anti-semitas e pré-conceitos contra o povo judeu e a terra de Israel.
 Em II Tm 3: 16,17 lemos: “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça…”. Ora, que Escritura é esta a que Paulo se refere? Naquela época não existia ainda o que se chama de Novo Testamento. Assim, a expressão “Toda Escritura” se refere obviamente ao Antigo Testamento, ou seja, a Torá (o Pentateuco de Moisés), os profetas (Niviim) e os santos Escritos (Ketuvim). Este conjunto de livros é chamado pelos rabinos de Tanach ( se pronuncia “tanarr”) que é um acróstico formado pela abreviação das primeiras letras das palavras Torá, Niviim e Ketuvim. Há um mal costume dos primeiro líderes da Igreja de Roma de chamar a Tanach de “Velho” ou “Antigo” Testamento, dando a entender que existe um novo e que o velho se tornou fora de uso ou obsoleto (O bispo Marcião foi quem inventou esta terminologia de velho e novo Testamentos no início do século IV). Mas, sabemos que isto não é verdadeiro, pois o que Deus inspirou as Escrituras é santo, bom, justo, fiel e Sua Palavra é válida para sempre.

O fato de Jesus ter morrido numa cruz cumpriu profecias, sem dúvidas, e com certeza não precisamos mais, por exemplo, realizar sacrifícios de animais para remissão dos pecados. Mas, tal fato não anulou os bons e sadios princípios da lei, que visam, sobretudo, a qualidade de vida.

Veja você, caro leitor que precisamos rever os conceitos de lei e de graça que nos foram ensinados.
Mas, o que é então a graça de Deus?
Esta palavra no hebraico é “Hen”, pode também ser traduzida como o amor de Deus, ou “Hessed” (a misericórdia) e até mesmo pelo perdão de Deus. A palavra graça no conceito hebraico ainda inclui o conceito de perdão de uma dívida, onde o credor usa de uma graça para abater parte de uma dívida. Por exemplo, se uma pessoa deve R$100 a alguém e este resolve perdoar R$80,00, essa dívida então foi totalmente liquidada por R$20,00. A parcela perdoada é que se chama de “graça”, no conceito judaico. Ou seja, é como se Deus estivesse nos ensinando que Ele deseja que façamos também a nossa parte, pois Ele quer uma aliança bilateral, onde nossa participação torna-se primordial. Muitos vêem a graça de ser salvo algo totalmente unilateral por parte de Deus e que agora, uma vez conquistada não precisamos fazer mais nada. Pois já “garantimos” nossa salvação.
Qual seria, então, a maior graça de Deus? A maior graça é crer em Yeshua como filho de Deus, ser salvo e alcançar a vida eterna através Dele. Ou seja, Deus enviou seu Filho como graça para quitar nossa dívida. Mas, o fato de ser salvo pela fé no sangue de Yeshua que nos redime da natureza do pecado que habitava em nós, não torna a lei inválida. Pois, se eu nego a lei, estou negando o pecado. Não é a transgressão da lei o pecado? Se eu nego o pecado, eu nego a morte e, como conseqüência, a necessidade da morte de Yeshua que traz vida, e vida em abundância. O próprio Yeshua disse em Mt. 5:17 – “ não pensais que vim revogar a lei ou os profetas, não vim para revogar, vim para cumprir”. Se Ele tivesse anulado a lei estaria negando a si mesmo.
Muitos cristãos também acham que a graça foi inventada no Novo Testamento. Mas, esta palavra (Hen) já aparece nos primeiros livros da bíblia. Não seria, por exemplo, a criação do homem a manifestação da graça de Deus? O cuidado na preparação de um lugar para colocar o homem, criar o sol, as estrelas, os astros para enfeitarem a sua noite, não seria a manifestação de Sua graça? Quando o homem se separou de Deus (Gn2:15) vemos a manifestação de Sua graça ao prover, ainda no jardim, a promessa da vitória sobre o mal, através de Yeshua? Tudo o que Deus fez foi pela sua graça, pelo seu amor incondicional. O mar Vermelho que se abriu; o maná que caiu dos céus; as sandálias que não se gastaram durante a travessia do deserto; as muralhas que ruíram-se, milagrosamente, não seriam manifestações também da graça de Deus?Se observarmos a natureza em seus mínimos detalhes – as plantas com suas cores e tons variados, o ciclo da natureza, o mover dos astros em suas definidas órbitas – tudo isso não seria a manifestação da graça de Deus? A multiplicação das sementes e seus os frutos não são todos resultantes da graça de Deus? Quando Deus coloca o homem no jardim e cria para o homem o trabalho (o cultivo do jardim) não é essa manifestação da graça de Deus? Isso é muito bonito e profundo!
É interessante ver no hebraico a palavra usada para designar o trabalho. A palavra “abad” significando trabalhar (produzir algo) para louvar e adorar a Deus. Observe que é o ato de trabalhar deveria ser uma forma agradável de produzir algo, glorificando o Criador de todas as coisas, pois afinal, o homem foi criado para refletir a Sua imagem e semelhança. Mas, pode haver um outra pessoa que trabalha sob pressão ou aborrecida, amaldiçoando o trabalho. É muito interessante notar que a palavra hebraica para este tipo de trabalho não produtivo tem a mesma grafia da palavra “Avad”, mas agora se pronuncia “Eved”, pois em hebraico as vogais não são escritas. Isto nos induz que conceito da graça de Deus nos conduz a sabedoria de viver no livre-arbítrio. As coisas são neutras em si mesmas, mas quem define o lado bom ou o lado mau das coisas somos nós mesmos. Esta é a vontade de Deus para nós, sabermos valer-nos do livre arbítrio, com inteligência, perseverança e destreza.

É maravilhoso ver o que Deus preparou para o homem. Deus queria o homem produzindo algo, criando, transformando idéias e planos em algo real, concreto como uma maneira de adorá-lo.Assim, se entendemos bem o conceito da graça de Deus derramada no “Antigo” Testamento podemos entender este conceito na Nova Aliança, como por exemplo, em Atos 15:11 : – “Mas cremos que fomos salvos pela graça de Deus…”. Qual graça? A mesma presente desde a criação do homem. A graça de Deus enviou Seu filho Yeshua, para morrer como pecador, para pagar todos os nossos débitos. Todo aquele que peca é devedor e seu fim é a morte. Mas pela graça de Deus nossos débitos, por falharmos em cumprir Sua lei, são quitados por Yeshua. Isto jamais colocou a lei ou a Torá inválida. Toda a graça de Deus converge para a pessoa de Yeshua.Nos parágrafos anteriores relacionamos a palavra graça com a lei e com a palavra trabalho, mas vamos encontrar na bíblia a correlação com a glória de Deus. Em Romanos (3:23,24) diz: – “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”.
 A palavra glória no hebraico é “Kevod e que significa peso. O peso de Deus é Ele mesmo, sua essência, Seu Espírito. Então, o pecado tira de nós a essência de Deus, e nos coloca “pesados” de nós mesmos”. Para desfrutar da glória de Deus temos que despir de nossa própria glória. Nossa glória, o nosso “eu”, tem que ser colocado no “misbeah”, ou seja, no altar, que é lugar de morte da natureza adâmica ou do pecado. No altar de sacrifício é que podemos nos despojar do velho homem e encher-nos da essência de Deus. Só aí, então, vamos ser cheio da glória de Deus, do Seu conhecimento, recebendo capacitação e direcionamento Dele e, sobretudo, o Seu perdão.

Agora podemos ver algo maravilhoso – apesar de termos sido salvos pela maior graça, que foi o sacrifício de Yeshua, precisamos da lei para nos conduzir, capacitar, orientar, nos ensinar, nos adestrar, nos corrigir. Por quê? Porque Yeshua é a Palavra, o Verbo (a Torá), a Lei que fala e trata com o pecado.

Imaginemos que agora o governo deseja dar a graça aos adultos brasileiros de possuírem uma carteira de habilitação para dirigir veículos. O fato de possuir a carteira não isenta ninguém de observar as leis de trânsito, não é mesmo? Da mesma forma, uma vez remido pelo sangue de Yeshua e não podemos simplesmente esquecer toda a lei. Ao contrário, a redenção em Yeshua traz a cada um de nós maior peso de responsabilidade na observância da vontade de Deus. Só damos o devido valor a graça se conhecemos a lei e sua conseqüência. Na lei de Moisés o adultério é pecado (Dt. 5:18). Que diz a graça em Yeshua? – “ Se Olhar para uma mulher com uma intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt. 5:28). Na graça, o ódio ao irmão é semelhante ao homicídio. Vemos, então, que a graça embora seja recebida e dada pela fé e de graça, nos exige que andemos num nível e numa qualidade de vida muito mais alta que a lei. Mas, a lei continua sendo boa, pois ela nos delimita, marcando até onde podemos chegar. Em outras palavras, a lei nos estabelece limites e nos preserva e nos previne de conseqüências danosas.

Muitos cristãos dos dias atuais passam por cima de muitos mandamentos de Deus, alegando estar debaixo da graça e não sob o jugo da lei. Mas, a lei não foi anulada como foi dito! Imagine que no nosso exemplo didático, as leis de Deus são comparadas como às leis da placas de trânsito que orientam os motoristas. Estas placas (leis) são sinais de alerta de direcionamento e de orientação que nos levam em segurança ao nosso destino final. Temos a graça de dirigir, mas a lei nos conduz para não sairmos da estrada e não errarmos o alvo, o destino. Estar em Yeshua é estar na graça (no caminho certo), mas agora temos que caminhar pela a estrada do mundo, e aí então, é que precisamos da lei. Há uma única maneira de ser salvo: – crer no sacrifício e no sangue de Yeshua. Nada mais que façamos nos reconecta com Deus. Mas a lei existe para nos direcionar em nossa caminhada caminha, nos alertando que devemos guardar e permanecermos sempre na plena graça e misericórdia divina. Na carta de Paulo aos Gálatas ( 3:24) diz que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. O aio é aquele instrui que direciona. Somente entendendo a lei temos o entendimento do que é a graça. Muitos dos chamados “crentes desviados” estão nessa situação porque não deram a devida importância à graça, não atentando para os mandamentos, estatutos e ordenanças de Deus. A graça disponível em Yeshua não pode ser usada como um passaporte para o pecado. A liberdade em Yeshua é plena da responsabilidade de obedecer as leis de Deus.

No Salmo 19:7 a lemos “ A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma”. Assim, podemos entender que a lei também existe para as áreas não restauradas de nossa alma. O salmista diz: “Agrada-me fazer a tua vontade, o Deus meu; a tua lei está dentro do meu coração.” A vontade de Deus está expressa na sua palavra. A lei é muito mais prática do que pensamos, como por exemplo, ela lida com problemas comuns, como: – a quem emprestar dinheiro, como indenizar alguém por algum dano causado, como preservar o direito de propriedade, etc. Um outro bom exemplo é entender a lei judaica do dízimo. É ela uma lei para os judeus? Sim. Ela está citada como estatuto no “Antigo’ ou no “Novo” testamento? No “Antigo” Testamento. E por que, então, a igreja de hoje pratica a lei do dízimo se é uma lei judaica? É porque o princípio da lei do dízimo é uma benção para quem faz prática dessa lei. Nessa lei encontramos o princípio da semeadura e da colheita. Se dou, recebo muito mais. Temos que ser francos ao afirmar que não é sensato só escolhermos aquilo que nos agrada no “Antigo” Testamento, ignorando aquilo que não nos agrada. Isto é insensatez. Se somos capazes de entender a lei judaica do dízimo como benção, por que não somos capazes de observar outras leis que também abençoam nossa saúde, nossa vida familiar, nossa vida profissional, sentimental, o relacionamento com o próximo e tantas e tantas outras leis que foram criadas com o propósito de nos abençoar? Os crentes não devem se esquecer que em Cristo foram enxertados na Oliveira que é o Israel salvo de Deus. Assim, como enxertados eles podem livremente participar de todas as bênçãos e promessas dadas por Deus ao povo de Israel. Paulo diz que os gentios podem participar da mesma seiva da oliveira ( Rm 11;17).

No livro de Provérbios está escrito: “ Filho meu, atenta para as minhas palavras, aos meus ensinamentos inclina os ouvidos, não os deixe aparta-se dos teus olhos, guarda-os no mais íntimo do teu coração, porque são vida para quem os acha e saúde, para o corpo”.(Pv 4:20-22). Onde estão os ensinamentos e as palavras ditas no livro de Provérbios? Na lei. Em outra passagem no livro de Provérbios, encontramos: “O que guarda a lei é filho prudente, mas o companheiro de libertinos (comilões) envergonha a seu pai.” É falta de sabedoria comer de modo desenfreado. “ o que guarda a lei é bem aventurado” (Pv. 29:18b). “o que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até sua oração será abominável”.Mais uma vez vamos frisar: a lei em si não salva, a salvação é pela graça, mas a lei me capacita a viver no padrão de Deus, mostrando a todos os limites e delimitações até onde podemos chegar dentro da justiça e misericórdia de Deus.Agora que já sabemos um pouquinho sobre a Graça e Lei de Deus, podemos dizer, então, que a graça sem lei não ficaria sem graça?

Autor:

Líder e fundador do Ministério Ensinando de Sião-Brasil e da Congregação Judaico-Messiânica Har Tzion - Belo Horizonte - MG. www.ensinandodesiao.org.br – www.tvsiao.com – www.ccjm.org.br

Extraído de http://ensinandodesiao.org.br/artigos-e-estudos/a-terra-santa-que-nos-deu-a-lei-e-a-graca/

sábado, 29 de julho de 2017

Dogmas e Concílios X Escritura

Fico admirado como a religião consegue manter as pessoas presas a dogmas e conceitos criados pelo homem no decorrer da história. As Escrituras Sagradas escritas por aqueles que foram chamados pelo Eterno para levar o conhecimento acerca Dele aos homens, claro dentro das suas realidades, não trazem tais dogmas, nem seus termos gregos inventados nos Concílios. Claro que temos que reconhecer alguns benefícios saídos deles, graças à soberania de Deus.

Mas os dogmas criados afastaram a igreja e os servos de Deus da verdade. Por mais boas intenções que tenham, afastaram a verdade e as traduções distorcidas da Bíblia pra manter e comprovar seus dogmas ajudaram nisso. Entretanto, em tempos de internet, tais distorções podem ser corrigidas. E sempre podemos escolher traduções que sejam mais fiéis aos originais. 

Por exemplo, hoje pode verificar o que está realmente escrito em Jo 1.1 , em 1Jo 5.7 e em outros textos que são usados para comprovar o dogma da trindade por exemplo. Pesquisando no original se pode entender que houve acréscimos e mudanças.

Infelizmente, pra alguns o Sola Scriptura só é valido de um lado, quando se mostra na escritura algo contra o dogma, jogam o Sola no chão e ficam com o dogma.

Vivemos tempos em que precisamos nos voltar pra Escritura em seu contexto original. Precisamos viver como os apóstolos viveram. Eles não tinham esses dogmas, tinham as Escrituras que eram a Torá (pentateuco), os profetas e os escritos. Os evangelhos e as epístolas foram surgindo depois e iam sendo considerados sagrados conforme surgiam devido ao seu conteúdo, ou seja, falavam da torá e dos profetas.
Sendo assim, devemos entender que pode haver dogmas benéficos, mas também há os maléficos.
Por isso, deixemos de lado os dogmas e tradições meramente religiosas e antibíblicas e voltemos ao contexto correto das Escrituras.

Restauração Já!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Refletindo sobre o Pré Tribulacionismo e os Apóstolos de Jesus

Resultado de imagem para imagens pre tribulacionismo



Durante muitos anos cri, ensinei e preguei a doutrina escatológica do arrebatamento "pré tribulacionista", ou seja, a doutrina de que a igreja seria arrebatada antes do período de sete anos de tribulação.

Eu tinha plena certeza da verdade bíblica dessa doutrina a acreditava realmente que seria arrebatado antes da tribulação. Mas com o decorrer dos anos, a entrada para o ministério e o conhecimento no profundo da organização igreja, fui percebendo que algo ia mal. Como Jesus poderia arrebatar pessoas tão corrompidas, pois sabemos que somos pecadores, mas pecadores arrependidos, o pior atualmente, é que muitos estão vivendo em pecado. Não se arrependem dos erros e não tentam viver uma vida de santidade diante de Deus. Então comecei a questionar essas coisas, diante do texto de Mt 24.40 e 41 e percebi que metade da igreja iria acabar sendo deixada para trás, e estudei mais todo o contexto de Mt 24 e 25, juntamente com outros textos do Novo Testamento, e inferi que não havia condições de o arrebatamento acontecer antes da Tribulação, que o mais provável de acontecer seria no meio da tribulação, pois a igreja precisaria ser provada. 


Sendo assim, passei a acreditar de outra maneira e também a ensinar conforme a conclusão que tive. E até hoje ainda creio nisso. 


De um tempo pra cá, Deus tem me permitido abrir os olhos para muitas coisa, e tenho percebido como a teologia que aprendi até aqui estava equivocada e separada da verdade. A teologia que estudei, mesmo sendo protestante/evangélica, ainda estava muito comprometida com a teologia e com a visão católica romana, embora muitos não percebam isso. Mas o que mostra a verdade sobre isso são, os dogmas e forma de cultos e festividades de ambos os lados que estão comprometidos um com o outro. Como a teologia protestante/evangélica está comprometida com o credo niceno e as ideias que vieram surgindo desde antes do referido concílio.


Como teólogo, estou sendo obrigado a rever tudo, devido ao compromisso que tenho com Deus, pois não quero mais ensinar e propagar o erro. Por isso, tenho reestudado a Bíblia e os conceitos bíblicos de acordo com a visão correta, ou seja, a visão judaica. Uma vez que a Bíblia é um livro judaico, com personagens e histórias judaicas. E olhando a Escritura no contexto correto tenho maior condição de entender seu significado correto, pelo menos tem sido diferente dos entendimentos deturpados que aprendi.


Preciso esclarecer que não renego a importância de tudo que aconteceu e todas as pessoas envolvidas na história em relação à Bíblia e a igreja até aqui. Não tem como dizer que Agostinho não tenha seu valor, Lutero, Calvino, etc. Porém, é preciso também reconhecer que a igreja em todos esses séculos somente se afastou da verdade, no lugar de se aproximar, mas sobre isso postarei outro artigo.


Como dizia antes, revi alguns conceitos e passei a estudar e a pesquisar e a assistir alguns vídeos primeiro do Ministério Beit Tefilar Yeshua (BTY), depois do Ministério Ensinando de Sião, e neste último, muitas coisas tenho aprendido e descoberto a verdade. Li diversos artigos, no site desse último ministério e comecei a analisar as coisas. Conheci pessoas muito boas que tem me ajudado a entender melhor a visão do contexto bíblico judaico.


E recentemente, uma postagem no Facebook, do irmão Anderson de Carvalho, um desses novos irmãos que conheci, me surpreendeu e trouxe a confirmação da verdade que já me tinha sido revelada a anos atrás, a respeito do "pre tribulacionismo". Por isso, abaixo transcrevo o que o referido irmão escreveu em seus posts sobre o assunto, esclarecendo que tenho a permissão dele para fazer isso.
 
Então leia com atenção o texto transcrito abaixo:

Shalom pessoal!
Um alerta para todos nós!

Há séculos, várias doutrinas são debatidas nos meios cristãos, e as diferentes interpretações das Escrituras também contribuíram para as divisões que existem hoje. 

Gostaria de destacar uma dessas doutrinas: o pré-tribulacionismo.
A maioria das denominações cristãs acredita nessa doutrina, e muitos afirmam que crendo nela ou não, o servo de D’us não é prejudicado na salvação. 


Uma das provas de que uma doutrina é falsa está em sua origem. Qualquer um que pesquisar sobre o pré-tribulacionismo vai saber que este ensino surgiu no século XIII, por conta de uma suposta “visão” que uma jovem teve numa denominação evangélica, que logo foi difundida por um líder que apoiava outra doutrina estranha: o dispensacionalismo. 


Antes, nenhuma denominação cristã acreditava que a igreja seria arrebatada antes da Tribulação, e uma das maiores provas disto está no Livro da Revelação (Apocalipse), escrito por João. 


A igreja entendia que um dos propósitos deste livro era o de preparar os irmãos para enfrentarem o pior período contra os fiéis. 


Qual seria o propósito dessa revelação aos que creem no pré-tribulacionismo? Levar as pessoas a permanecerem fiéis pelo receio de não serem arrebatadas antes? Ou diminuir um medo que existia na igreja por conta da Tribulação? 


Um ponto a se considerar é que os líderes que difundiram esta doutrina, a maior parte era adepta da teologia da substituição, logo, não entendiam que os eventos revelados a João são interligados aos eventos do resgate de Israel no Egito, quando ADONAI castigou aquela terra sem retirar os hebreus de lá.
Agora, será que eu devo crer no pré-tribulacionismo porque hoje há profetas na igreja profetizando e crendo nisto? Por mais que homens e mulheres sejam instrumentos do Eterno, estão acima dos desígnios Dele? 

E há prejuízo na salvação quando há uma crença no pré-tribulacionismo? Não creio que alguém perca a sua salvação por conta dessa doutrina falsa, mas pode ser um prejuízo na vida de quem é salvo, porque a igreja não irá se preparar devidamente para este tempo de angústia, prejudicando a salvação de muitos.

Infelizmente, essa doutrina traz um certo comodismo, uma falsa auto-confiança de que quando chegar a hora da provação, eles serão retirados daqui...então, deve-se descartar o Livro da Revelação, porque se alguém pensa que deveria ser revelada toda aquela tragédia para tranquilizar a igreja ou torná-la mais fiel a D’us, faz-se necessário um entendimento mais profundo dos propósitos do Eterno para o Seu povo.

 Podemos ainda observar em outra postagem dele, algumas referências históricas sobre o assunto, e leia com atenção cada uma delas e entenda o que ele quer dizer.

Victorinus, por volta de 240 dC:
 "E vi outro sinal grande e maravilhoso, sete anjos com as sete últimas pragas; Pois neles se completa a Ira de Deus. (Apocalipse 15:1) e estes estarão na última hora, quando a Igreja sairá do meio dela (2 Tessalonicenses 2:7).” (Comentário sobre Apocalipse 15.1); “O céu sendo aberto como um rolo é a Igreja sendo levada embora (Apocalipse 6:14).” (Comentário sobre Apocalipse 6:14);

 Efraim, por volta de 373 dC: "porque todos os santos e os eleitos do Senhor se ajuntaram antes da Tribulação que está para vir e serão levados ao SENHOR … ” (Nos últimos tempos 2 – Efraim, o sírio); 

Pastor de Hennas, por volta de 150 dC: "Ide, pois, e declarai ao Eleito do Senhor, de poderosos feitos, e dize-lhes que esta besta é um tipo da Grande Tribulação que está para vir. Se, pois, vos preparardes, e com todo o vosso coração, converter-vos ao Senhor em arrependimento. Então podereis escapar dele. Se o seu coração é puro e irrepreensível … a cor dourada representa que você escapou deste mundo. … Agora sabeis o símbolo da Grande Tribulação que está por vir. Mas se tiveres dispostos, isso não será nada.” (Pastor de Hennas); 

Cipriano, por volta de 250 dC: "Nós que vemos que coisas terríveis começaram. E sei que ainda mais coisas terríveis são iminentes, podem ser consideradas como uma grande vantagem para partirmos daqui o mais rapidamente possível. Você não dá graças a Deus, você não se congratula, que por uma partida precoce você será levado embora, e livre dos naufrágios e desastres que são iminentes? Saudamos o dia que nos leva a cada um de nós para a sua própria casa, que nos arrebata, e nos liberta das ações do mundo, e restaura-nos ao paraíso e ao reino” (Tratados de Cipriano – 21 a 26); “O Anticristo está vindo, mas acima dele vem também Cristo, o inimigo vem e se enfurece, mas imediatamente o Senhor segue para vingar nosso sofrimento e nossas feridas. O adversário está enfurecido e ameaça, mas há Um que pode nos livrar de suas mãos.” (Epístola 55 – Cipriano); 

Irineu, por volta de 180 dC: "Quando, no fim, essa Igreja será repentinamente arrebatada disto, então é dito, ‘Haverá tribulação como não houve desde o início, nem haverá.’” (Contra Heresias 5.29). 

Essas são citações usadas para comprovar que muito antes do século XVIII, já existia um pensamento sobre o pré-tribulacionismo...será? O tema central dessa doutrina é a crença de que a "igreja" não enfrentará a Tribulação, ou a Grande Tribulação. A questão é: qual o período que esses comentaristas da antiguidade se referiram? Pois no livro da Revelação (Apocalipse), vemos um tempo dos 7 Selos, outro das 7 Trombetas, e por último o das 7 Taças...de qual período eles creram que a "igreja" escaparia? De todos eles, ou de parte deles? O Emissário Paulo nos dá uma pista: "Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da ÚLTIMA TROMBETA. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados." (I Corintios 15:51,52); "Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da TROMBETA de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro." (I Tessalonicenses 4:16). Aqueles que entendem que Paulo nestes textos tratou do arrebatamento, não podem negar que este evento será marcado por um toque de Shofar (trombeta). E se esta será a última, então houve uma ou mais trombetas que soaram antes desta. No evento da Sétima Trombeta, diz o verso 18 do capítulo 11 de Apocalipse: "As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a terra". (Apocalipse 11:18). Se estes comentaristas da antiguidade creram que a "igreja" não enfrentará as 7 Taças da Ira de D'us, eles entenderam as palavras de Paulo. Mas, se creram que a "igreja" sairá da Terra antes dos 7 Selos, eles não entenderam. Então, a qual período eles se referiram, afinal? O pré-tribulacionismo ensina sobre qual período que a "igreja" será arrebatada? A Tribulação abrange todos os períodos, ou há um período de Tribulação e outro de Grande Tribulação? Infelizmente, James Darby não atentou para as palavras de Yeshua em Mateus 24. E se a "igreja" será arrebatada antes da Tribulação, então por que temos o livro do Apocalipse? Para nos amedrontar? Não seria um alerta sobre o que talvez iremos enfrentar? Enfim, a verdade é que a doutrina pré-tribulacionista não é bíblica...e James Darby se inspirou numa suposta "visão" que uma irmã teve em uma igreja no século XVIII.

 Depois de ler estes argumentos, e seus contextos históricos percebi que o que Deus permitiu que eu percebesse era correto, e que por muitos anos vivi um engano teológico. 

Agora pergunte-se a si mesmo, onde em todos os escritos no Novo Testamento, encontramos algo que dê para afirmar o pré tribulacionismo? Os apóstolos de Jesus ensinaram isso? Lemos nas cartas de Paulo algo sobre isso? Não, o que entendíamos sobre isso, era de argumentações humanas com inserção de textos bíblicos para tentar mostra uma "verdade" que não havia. Por isso, quando olhamos para as Escrituras no seu contexto correto, podemos entender melhor o que os escritos dizem. E hoje me comprometo a transmitir a verdade Bíblica. Sei no entanto, que nem todos irão aceitar, mas meu compromisso é com a verdade que é Yeshua (Jesus), pois ele disse que é " ...o caminho, a verdade e a vida...", então é a ele que devo satisfação e a obediência de ensinar e instruir em verdade.

Passarei a postar alguns artigos trazendo esse entendimento judaico do contexto bíblico, e você poderá perceber o que falo. Por hora, pense em tudo o que leu até aqui, inicie um processo de análise do que você acha que sabe. E sinceramente, se questione.

Desejo sinceramente que este artigo lhe traga esclarecimento em Cristo. Leia a Bíblia, ore,  e questione. 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Voltando aos tempos dos Apóstolos.

Vivemos tempos trabalhosos! Tempos em que o apóstolo Paulo já advertira as seguidores do Messias em sua época. São tempos que, como ele dizia, "não suportarão a sã doutrina" (2Tm 4.3), e aqui cabe mencionar que o termo grego para "sã doutrina" - διδασκαλίας - didascalias, é o mesmo para Torá, que é instrução, doutrina, lei.

Então hoje, as pessoas estão vivendo de tal forma que não suportam mais instruções verdadeiras da Escritura, que no caso, o que o apóstolo já dizia é a Torá, e vivem como se Yeshua (Jesus) tivesse abolido a doutrina, ou seja, a Lei.

Mas voltando ao assunto dos tempos trabalhosos, o apóstolo João também já mencionou em Apocalipse 2.4 e 5, " Mas eu tenho isto contra você: você abandonou seu amor inicial. Portanto, lembre-se de onde estava antes de cair, afaste-se desse pecado e faça o que praticava antes! Caso isso não aconteça, virei a você e tirarei sua menorah do lugar dela - se você não se voltar do seu pecado!"
Yeshua falando com João acerca do estado da igreja em Èfeso, afirma que eles abandoranam as primeiras obras, as primeiras coisas, ou seja, deixaram de obedecer. E isso é exatamente o que aconteceu com a igreja que se seguiu logo após o período apóstólico, se afastou aos poucos das determinações e dos costumes tradicionais que constam das Escrituras, forçadamente em alguns períodos da história, devido à imposições de alguns.

Então, precisamos voltar ao primeiro amor, ou seja, às práticas da igreja do período apostólico. Olhando para a Bíblia e para a cultura no seu contexto correto, que é o contexto judaico. Afinal a Bíblia é um livro judaico, Jesus era judeu e seguia a religião judaica, e disse para a mulher samaritana, que a salvação vem dos judeus, e isso não é somente em se tratando dele mesmo, mas de acordo com a epístola de Paulo aos Romanos 11, também o conhecimento que vem deles, pois como já mencionei a Bíblia e o conhecimento acerca de Deus vem dos judeus. Por isso, não desprezemos a verdade contida na Escritura, nem muito menos os fatos históricos. Leia a Bíblia, ore, e pesquise a história até aqui, e verás os fatos. Que o Espírito de Deus, que é a verdade lhes guie ao conhecimento.

E como tenho aprendido com meus irmãos messiânicos, restauração já!

domingo, 25 de junho de 2017

Marcelo Peregrino Silva - Jesus Abre os Sentidos

Jesus curou muitas pessoas durante seu ministério, e nem todos ele curou da mesma forma. Havia um homem que era surdo e que tinha dificuldade de falar e este homem foi trazido para Jesus. Ele simboliza as pessoas que não podem ouvir o mestre, pois não o conhece. Assista e descubra como é isso...



https://youtu.be/SiMoHDrQRQk