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quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Permanecendo para Sempre

IJo 2:15-17


Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.


Alguns estudiosos estudiosos discutem à respeito da autoria dessa epístola, questionando se o apóstolo João é realmente o autor. Esses afirmam que alguém imitou o conteúdo e o estilo do texto do evangelho de João. Já outros acreditam que foi o apóstolo mesmo quem escreveu, justamente devido às semelhanças com o texto do evangelho de João, não seria nada fácil alguém imitar totalmente a forma de escrever de outra pessoa. Sua tese é reforçada pela forma como a epístola inicia o texto, dizendo ser testemunha ocular e pela autoridade empregada ao falar.  

Uma coisa é certa, tanto o evangelho quanto a epístola são do final do primeiro século. Essa epístola foi escrita para combater os ensinos do "gnosticismo", que era crescente naquela época, e deturpava a mente dos seguidores do Messias Yeshua. A origem do gnosticismo é de pessoas que haviam feito parte do "caminho" do Messias, mas se afastaram e geraram tais idéias. De acordo com o Manual Bíblico da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), eles se consideravam intelectuais, que possuíam o conhecimento superior de Deus. Eles também faziam distinção entre o espírito (bom) e a matéria (má). Esse pensamento levava à imoralidade, pois pensavam que nada que o corpo fizesse poderia manchar a pureza do espírito. Por isso, negavam a natureza humana de Cristo, sendo vista como algo ilusório ou temporário. E se Cristo era espírito não podia ter morrido. Por esses motivos é que se pode caracterizar esse tipo de ensino de doutrina de demônios, conforme o Rav Sha'ul (apóstolo Paulo) ensinou a Timóteo:

O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. 1 Timóteo 4:1

Por tudo isso, a mensagem da epístola é dupla:
- O Eterno é luz, e todos os que o seguem devem andar na luz; e
- O Eterno é amor, e os seus seguidores devem amar uns aos outros.

Quando lemos esses versos dessa epístola, algumas perguntas podem vir à nossa mente, tais como:
1 - O que é o mundo no texto?
2 - O que é amor ao mundo?
3 - Quais são as características do amor ao mundo?
4 - O que é a vontade de D'us?

Veremos um a um destes questionamentos. 

1 - O que é o mundo no texto?
A palavra mundo é usada nas Escrituras com vários significados, e é a tradução das seguintes palavras:

- Erets do hebraico - terra (umas 400 vezes), mundo (4 vezes);
- Tebel do hebraico - gerador de frutos ou terra habitável (35 vezes);
- Aion do grego - idade, dispensação, mundo (32 vezes);
- Ge do grego - terra (mais de 150 vezes), mundo (1 vez em apocalipse 13:3);
- Kosmos do grego - mundo ordenado, sistema do mundo (mais de 170 vezes); e 
- Oikoumene do grego - terra habitada ou mundo habitado (14 vezes).

No grego as palavras trazem significados importantes para o nosso contexto, principalmente as palavras "Aion" e "Kosmos".

Entretanto, nos versos que estamos analisando o termo traduzido como mundo é "Kosmos", ou seja, o texto está falando de um sistema, de uma ordem.

2 - O que é amor ao mundo?
Se no texto a palavra traduzida para mundo é "Kosmos", em que um dos seus significados é sistema do mundo, então amar o mundo é o mesmo que amar o sistema pecaminoso que nele vigora.

E lemos nessa mesma epístola que não podemos amar o mundo:
Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno. 1 João 5:19 

É por esse motivo que nos é orientado a não amar o mundo e o que nele há.

3 - Quais são as características do amor ao mundo?
Este sistema do mundo, o "Kosmos", se tornou o domínio do inimigo, conforme lemos em 1Jo 5:19. As características do amor ao mundo são demonstradas pela tríplice perversidade, de acordo com o verso 16 do texto em estudo. E são elas:
- A concupiscência da carne;
- A concupiscência dos olhos; e 
- A soberba da vida.

4 - O que é a vontade de D'us?
A vontade de D'us, de acordo com as Escrituras, é seguir as boas obras que o Eterno preparou de antemão para que nós seguíssemos, conforme Ef 2:10, que diz: Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos.

E essas boas obras são a obediência aos mandamentos que D'us deu ao seu povo. Conforme Mc 3:35, Jo 7:17, At 20:27, Rm 1:10; 2:18;  e 12:2 entre outros.

Sendo assim, uma vez que entendemos o contexto dos versos dessa epístola, observemos os seguintes tópicos, com base no verso 17.
 O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

Inicialmente vejamos o primeiro tópico.

I - O SEU RELACIONAMENTO COM O MUNDO
Qual tem sido o seu relacionamento com este mundo e seu sistema em vigor? Como servo de D'us é necessário que pense nisso.

a) Você ama o mundo e o que nele há?
Quando amamos o mundo e seu sistema, estamos deixando de amar a D'us, isso é uma consequência automática do amor ao mundo.

b) As perversidades pelo amor ao mundo (v. 16)
A tríplice perversidade é o que se segue como consequência de amar ao mundo, seu relacionamento com o sistema deste mundo te leva a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida. 

c) O amor ao mundo te afasta do Eterno (v. 16)
Esse relacionamento com o sistema do mundo faz com que se afaste do Eterno, pois Ele não pertence a esse sistema, e exige que nós também não pertençamos. No entanto, o amor ao mundo, devido ao pecado gera o afastamento natural do Eterno, pois ele é Santo.

Então, podermos ver nesse segundo tópico porque não podemos amar a este mundo e a seu sistema.

II - AS COISAS DO MUNDO SÃO PASSAGEIRAS (2:17)
Tudo neste sistema mundano é passageiro, veja alguns exemplos:

a) As riquezas deste mundo passam (Lc 16:11)
Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riqueza? Ver também 1Tm 6;17.

b) A paz do mundo passa (Jo 14:27)
Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá...
Nas Escrituras o termo paz é "Shalom", que significa paz completa. E o mundo não possui essa paz completa, pois só o Eterno a pode dar.

c) A alegria do mundo passa (Jo 16:20)
Digo-lhes que certamente vocês chorarão e se lamentarão, mas o mundo se alegrará. Vocês se entristecerão, mas a tristeza de vocês se transformará em alegria.

d) A sabedoria e o conhecimento deste mundo passam (1Co 1:26-29)
Irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados. Poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento. Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dele.
 e) As coisas do mundo passam (1Co 7;29-31)
O que quero dizer é que o tempo é pouco. De agora em diante, aqueles que têm esposa, vivam como se não tivessem; aqueles que choram, como se não chorassem; os que estão felizes, como se não estivessem; os que compram algo, como se nada possuíssem; os que usam as coisas do mundo, como se não as usassem; porque a forma presente deste mundo está passando.
Ver também Is 24:4

Dessa forma, como há consequências e as coisas desse mundo passam devemos procurar fazer a vontade de D'us, pois ela permanece para sempre. Assim, vejamos nesse último tópico:

III - COMO FAZER A VONTADE DE D'US E PERMANECER PARA SEMPRE (2:17)
Dissemos acima que a vontade de D'us é a obediência aos seus mandamentos, e devemos entender como fazer para viver segundo a vontade do Eterno.

a) Renunciando o mundo (Lc 18:28-30)
Pedro lhe disse: "Nós deixamos tudo o que tínhamos para seguir-te! " Respondeu Jesus: "Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, mulher, irmãos, pai ou filhos por causa do Reino de Deus
deixará de receber, na presente era, muitas vezes mais, e, na era futura, a vida eterna".
 Perceba que é necessário renunciar ao sistema do mundo para viver a vontade do Eterno hoje e no futuro.

b) Depositar sua confiança (fé) em Cristo (Messias) (Jo 3:14-17)
O que vocês pedirem em meu nome, eu farei". "Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês.

c) Permanecer no que foi ensinado (1Jo 2:24-27)

Quanto a vocês, cuidem para que aquilo que ouviram desde o princípio permaneça em vocês. Se o que ouviram desde o princípio permanecer em vocês, vocês também permanecerão no Filho e no Pai.
E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna. Escrevo-lhes estas coisas a respeito daqueles que os querem enganar. Quanto a vocês, a unção que receberam dele permanece em vocês, e não precisam que alguém os ensine; mas, como a unção dele recebida, que é verdadeira e não falsa, os ensina acerca de todas as coisas, permaneçam nele como ele os ensinou.

É necessário permanecermos no que foi ensinado, ou seja, aquilo que está escrito, não seguir aos dogmas que a religião criou, pois ela faz parte do sistema deste mundo também.


d) Seguir a revelação da Palavra 
conforme mencionei acima, devemos seguir as Escrituras, pois nela encontramos o necessário para fazermos a vontade do Pai.

e) A vontade de D'us é a obediência à Torá (Instrução, lei)
Quando obedecemos à Torá que o Eterno deu, estamos fazendo a vontade dele, pois nela consta a vontade do Eterno para os homens. 

Porque nisto consiste o amor a Deus: obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados. 1 João 5:3

Concluindo, para que todos nós possamos permanecer para sempre devemos fazer a vontade do Eterno, deixando o mundo de lado e obedecendo à instrução do Eterno que está escrito em sua Torá. Devemos renunciar ao relacionamento com esse mundo e seu sistema, pois ele nos afasta do Pai. e a cada dia devemos nos apegar ao Senhor e a sua Palavra a fim de permanecermos firmes para sempre.

Shalom!




quinta-feira, 28 de maio de 2015

Mudando a forma de vida atual



  Realmente os tempos são difíceis, pois estamos a todo momento presenciando o esfriamento no coração dos crentes. No entanto, parece que estão todos muito bem! Cantam na igreja como se tudo estivesse muito bem. E realmente acreditam que estão, pois estão sinceramente enganados. "O príncipe deste século cegou-lhes o entendimento". A final de contas, Deus está presente em nossas vidas e prometeu nos dar vitória! Declaram a todo o instante. Porém, até onde isso representa uma vida real com Cristo? Desejo refletir um pouco sobre isso.

  A atual forma de vida dos crentes nas igrejas brasileiras, está bem afastada do ideal bíblico, e principalmente, do que representaria pessoas que tenham intimidade com Deus. A forma de vida de cada um não interessa a ninguém, e com isso a pregação do evangelho e as pregações congregacionais estão sofrendo grandes alterações. Hoje, o pregador não pode mais anunciar a verdade pura, e ilustrar com exemplos claros, pois alguém pode estar vivendo da maneira ilustrada e se sentir ofendido. E isso acarreta em mensagens que devem somente falar de bençãos e de promessas, para que todos fiquem satisfeitos.

  Quando olha para a bíblia, não consigo encontrar nenhum dos profetas fazendo as vontades do povo, e anunciando somente coisas boas. Na verdade havia quem assim o fizesse e ainda há, a bíblia os chama de falsos profetas. Não consigo ver João Batista se reservando pra não acusar Herodes, nem mesmo vejo o próprio Jesus anunciando uma palavra mais leve pra não deixar as pessoas tristes, pois ele as amava. Exatamente por ele as amar é que precisava falar a verdade! Não encontramos os apóstolos pegando leve com os membros das comunidades eclesiásticas para não decepcioná-las, mas pregavam a verdade doesse a quem doesse. Porém, hoje em dia, um mal entrou na igreja, e os cristãos que estão sem intimidade com Deus, mas conhecem muito bem alguns textos de sua palavra, e os usam para defenderem suas posições confortáveis de vida, não suportam ouvir pregações vindas direto do coração de Deus. Estão iludidos de que Jesus só prega o amor, de que o Espírito de Deus não entristece ninguém. Esquecem no entanto, que Ele diz que "corrige e disciplina a quem ama". 

  A pregação verdadeira não é pra afagar egos, e nem pra amenizar ou consolar pecadores, mas pra levá-los ao arrependimento. E isso fatalmente gera algum desconforto e muitas vezes leva o ouvinte a fortes dores, pois o que é errado deve ser renunciado, e isso não é bom pra carne. Porém, como dizia minha falecida avó: "O que arde cura, e o que aperta, segura". Precisamos mudar nossas vidas! As profecias sobre o fim estão se cumprindo e muitos estão desapercebidos. Quando Jesus voltar e levar a igreja, a dor será bem pior, do que esta que hoje se sente quando se é confrontado com o pecado.

  O apóstolo Paulo fala na carta aos Coríntios, sobre a Ceia do Senhor, que pelo fato de muitos a celebrarem sem discernir seus erros, ficam fracos e doentes e muitos são os que dormem. Ele está justamente falando dessas pessoas, que acham que está tudo bem. Não ama o irmão, não tem uma verdadeira comunhão com o Senhor, mas continuam tomando a ceia. E continuam vivendo como se nada estivesse errado. Devemos ouvir o que a bíblia está nos dizendo e parar com nossa letargia espiritual, a fim de vivermos verdadeiramente com Cristo e para Cristo. E isso requer algumas renúnicas, requer que eliminemos a carne e busquemos alimentar o espírito. Devemos ouvir a mensagem que é pregada nos púlpitos de nossas igrejas, mas as mensagens verdadeiras. Não podemos julgar o pregador, mas a mensagem. Precisamos aceitar a correção de Deus para nossas  vidas de bom grado, a fim de que possamos ter vida verdadeiramente abundante.

Que o Senhor nos ajude a viver como verdadeiros seguidores de Cristo! Amém!!!

Marcelo Santos da Silva

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O que Paulo, João e Pedro pensariam se vissem a Igreja hoje?

Olhando para a situação atual dos púlpitos Brasileiros, fico pensando o que Paulo, João ou Pedro pensariam se surgissem hoje em um igreja evangélica. Eles veriam com bons olhos a maneira como a Fiel Palavra de Cristo vem sendo pregada? Será que concordariam com o mercantilismo feito por pregadores e cantores, que se chamam pela nomenclatura de "gospel", que na língua inglesa significa evangelho, mas no entanto, não demonstra os valores do Evangelho? Paulo subiria em um púlpito para pregar a Cristo, o salvador e no lugar disso, pregaria sobre prosperidade material sem compromisso com Jesus? Será que ele no lugar de anunciar o amor de Deus, iria apontar o dedo em riste para o rosto dos ouvintes de uma platéia de ouvintes de uma igreja, acusando-os dos vários motivos pelos quais não estão crescendo em número? E João? Como veria a falta de amor que tem se espalhado no meio do povo de Deus. É certo que Jesus disse que o amor se esfriaria, e que talvez não encontrasse amor na terra, mas no meio dos seus seguidores não deveria acontecer o contrário do que ocorre no mundo? Será que Pedro acharia bom ver em um culto que ocorre em uma marcha, ou mesmo em um grande congresso, a multidão que vai até à frente afirmando reconhecer Cristo como seu salvador, no entanto no outro dia não se acha nem dez por cento dessa gente nas igrejas? E quanto aos que dizem terem se convertido, mas não mostram frutos de arrependimento? Resta-nos portanto, mais uma pergunta. Qual seria a atitude deles?

Acredito que não seria muito difícil imaginar as respostas para tais questionamentos. Entretanto, poderíamos tentar pensar na atitude deles ao ver essa situação que a igreja vem passando. Quando leio em Atos 6.3 sobre a importância que os apóstolos davam à obra de Deus, eu tremo. Isso porque hoje, já não se escolhe homens de boa reputação e cheios do Espírito Santo para a realização das tarefas na obra, mas homens que agradam aos líderes e às pessoas. Atualmente, muitas pessoas querem fazer o que nem entendem, sem respeitarem os princípios da Palavra de Deus.

Pregadores falam o quem querem e o povo ainda aplaude. Músicos escrevem letras e melodias antropocêntricas, que somente aparentam piedosas e de louvor a Deus, mas suas mensagens estão carregadas de humanismo e egoísmo. As pessoas praticamente idolatram pregadores e cantores, colocando-os em pedestais, e dando a ele tudo o que pedem. Mas não tem coragem de renunciar às suas próprias vontades pelo mestre.

Creio que se os mencionados apóstolos tivesse a oportunidade de entrar em uma reunião de liderança de algumas igrejas, talvez ocorresse o mesmo que houve com Ananias e Safira. Ou quem sabe iriam pregar o verdadeiro evangelho para eles, e talvez se convertessem verdadeiramente. O fato é que eles não concordariam com a forma em que as coisas se encontram por aí. Há muito falatório, um acusa o outro e nada muda. É tempo de mudarmos de atitude, e passarmos a viver como verdadeiros seguidores de Cristo. A situação precisa mudar, não podemos permanecer nos conformando com o sistema mundano que toma conta das igrejas atuais. Em seu livro, "A Grandeza do Pastorado", publicado no Brasil pela CPAD, John Angell James afirma que, "para saber que temas contêm maior potência e impacto sobre a mente do público, e quais formam o tema de um ministério fervoroso, temos apenas que consultar as páginas da história eclesiástica, pois foi pelo mais puro evangelho que o cristianismo foi plantado na terra, e quando isso deu lugar a uma religião de formas e cerimônias que o poder e a vitalidade da verdadeira piedade declinaram, e cresceu uma massa de esplêndida corrupção, sob cuja sombra o homem do pecado erigiu seu trono...". Uma mudança radical se faz necessário, e precisa começar dentro de cada um de nós. Porém, para isso precisaremos renunciar ao viver artificial do gospel atual, onde se sonha em ter posições e estar nos grandes palcos, como se o objetivo do sacrifício de Jesus fosse esse.

Assim, como o Apóstolo Paulo nos recomendou, não nos conformemos..., mas transformemos nossas mentes pelo Espírito Santo, pois sozinhos também não conseguiremos desejar a mudança, mas clamando por ajuda divina como fizeram alguns profetas do Antigo Testamento, poderemos ter a ação de Deus em nós e mudaremos de dentro pra fora, contagiando nossos irmãos e companheiros de ministério. Demos as mãos e vamos marchar para uma mais unida a Cristo, nosso Senhor, e ausente dessas coisas que atrapalham a igreja na atualidade.

Pense nisso...