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sábado, 29 de julho de 2017

Dogmas e Concílios X Escritura

Fico admirado como a religião consegue manter as pessoas presas a dogmas e conceitos criados pelo homem no decorrer da história. As Escrituras Sagradas escritas por aqueles que foram chamados pelo Eterno para levar o conhecimento acerca Dele aos homens, claro dentro das suas realidades, não trazem tais dogmas, nem seus termos gregos inventados nos Concílios. Claro que temos que reconhecer alguns benefícios saídos deles, graças à soberania de Deus.

Mas os dogmas criados afastaram a igreja e os servos de Deus da verdade. Por mais boas intenções que tenham, afastaram a verdade e as traduções distorcidas da Bíblia pra manter e comprovar seus dogmas ajudaram nisso. Entretanto, em tempos de internet, tais distorções podem ser corrigidas. E sempre podemos escolher traduções que sejam mais fiéis aos originais. 

Por exemplo, hoje pode verificar o que está realmente escrito em Jo 1.1 , em 1Jo 5.7 e em outros textos que são usados para comprovar o dogma da trindade por exemplo. Pesquisando no original se pode entender que houve acréscimos e mudanças.

Infelizmente, pra alguns o Sola Scriptura só é valido de um lado, quando se mostra na escritura algo contra o dogma, jogam o Sola no chão e ficam com o dogma.

Vivemos tempos em que precisamos nos voltar pra Escritura em seu contexto original. Precisamos viver como os apóstolos viveram. Eles não tinham esses dogmas, tinham as Escrituras que eram a Torá (pentateuco), os profetas e os escritos. Os evangelhos e as epístolas foram surgindo depois e iam sendo considerados sagrados conforme surgiam devido ao seu conteúdo, ou seja, falavam da torá e dos profetas.
Sendo assim, devemos entender que pode haver dogmas benéficos, mas também há os maléficos.
Por isso, deixemos de lado os dogmas e tradições meramente religiosas e antibíblicas e voltemos ao contexto correto das Escrituras.

Restauração Já!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Refletindo sobre o Pré Tribulacionismo e os Apóstolos de Jesus

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Durante muitos anos cri, ensinei e preguei a doutrina escatológica do arrebatamento "pré tribulacionista", ou seja, a doutrina de que a igreja seria arrebatada antes do período de sete anos de tribulação.

Eu tinha plena certeza da verdade bíblica dessa doutrina a acreditava realmente que seria arrebatado antes da tribulação. Mas com o decorrer dos anos, a entrada para o ministério e o conhecimento no profundo da organização igreja, fui percebendo que algo ia mal. Como Jesus poderia arrebatar pessoas tão corrompidas, pois sabemos que somos pecadores, mas pecadores arrependidos, o pior atualmente, é que muitos estão vivendo em pecado. Não se arrependem dos erros e não tentam viver uma vida de santidade diante de Deus. Então comecei a questionar essas coisas, diante do texto de Mt 24.40 e 41 e percebi que metade da igreja iria acabar sendo deixada para trás, e estudei mais todo o contexto de Mt 24 e 25, juntamente com outros textos do Novo Testamento, e inferi que não havia condições de o arrebatamento acontecer antes da Tribulação, que o mais provável de acontecer seria no meio da tribulação, pois a igreja precisaria ser provada. 


Sendo assim, passei a acreditar de outra maneira e também a ensinar conforme a conclusão que tive. E até hoje ainda creio nisso. 


De um tempo pra cá, Deus tem me permitido abrir os olhos para muitas coisa, e tenho percebido como a teologia que aprendi até aqui estava equivocada e separada da verdade. A teologia que estudei, mesmo sendo protestante/evangélica, ainda estava muito comprometida com a teologia e com a visão católica romana, embora muitos não percebam isso. Mas o que mostra a verdade sobre isso são, os dogmas e forma de cultos e festividades de ambos os lados que estão comprometidos um com o outro. Como a teologia protestante/evangélica está comprometida com o credo niceno e as ideias que vieram surgindo desde antes do referido concílio.


Como teólogo, estou sendo obrigado a rever tudo, devido ao compromisso que tenho com Deus, pois não quero mais ensinar e propagar o erro. Por isso, tenho reestudado a Bíblia e os conceitos bíblicos de acordo com a visão correta, ou seja, a visão judaica. Uma vez que a Bíblia é um livro judaico, com personagens e histórias judaicas. E olhando a Escritura no contexto correto tenho maior condição de entender seu significado correto, pelo menos tem sido diferente dos entendimentos deturpados que aprendi.


Preciso esclarecer que não renego a importância de tudo que aconteceu e todas as pessoas envolvidas na história em relação à Bíblia e a igreja até aqui. Não tem como dizer que Agostinho não tenha seu valor, Lutero, Calvino, etc. Porém, é preciso também reconhecer que a igreja em todos esses séculos somente se afastou da verdade, no lugar de se aproximar, mas sobre isso postarei outro artigo.


Como dizia antes, revi alguns conceitos e passei a estudar e a pesquisar e a assistir alguns vídeos primeiro do Ministério Beit Tefilar Yeshua (BTY), depois do Ministério Ensinando de Sião, e neste último, muitas coisas tenho aprendido e descoberto a verdade. Li diversos artigos, no site desse último ministério e comecei a analisar as coisas. Conheci pessoas muito boas que tem me ajudado a entender melhor a visão do contexto bíblico judaico.


E recentemente, uma postagem no Facebook, do irmão Anderson de Carvalho, um desses novos irmãos que conheci, me surpreendeu e trouxe a confirmação da verdade que já me tinha sido revelada a anos atrás, a respeito do "pre tribulacionismo". Por isso, abaixo transcrevo o que o referido irmão escreveu em seus posts sobre o assunto, esclarecendo que tenho a permissão dele para fazer isso.
 
Então leia com atenção o texto transcrito abaixo:

Shalom pessoal!
Um alerta para todos nós!

Há séculos, várias doutrinas são debatidas nos meios cristãos, e as diferentes interpretações das Escrituras também contribuíram para as divisões que existem hoje. 

Gostaria de destacar uma dessas doutrinas: o pré-tribulacionismo.
A maioria das denominações cristãs acredita nessa doutrina, e muitos afirmam que crendo nela ou não, o servo de D’us não é prejudicado na salvação. 


Uma das provas de que uma doutrina é falsa está em sua origem. Qualquer um que pesquisar sobre o pré-tribulacionismo vai saber que este ensino surgiu no século XIII, por conta de uma suposta “visão” que uma jovem teve numa denominação evangélica, que logo foi difundida por um líder que apoiava outra doutrina estranha: o dispensacionalismo. 


Antes, nenhuma denominação cristã acreditava que a igreja seria arrebatada antes da Tribulação, e uma das maiores provas disto está no Livro da Revelação (Apocalipse), escrito por João. 


A igreja entendia que um dos propósitos deste livro era o de preparar os irmãos para enfrentarem o pior período contra os fiéis. 


Qual seria o propósito dessa revelação aos que creem no pré-tribulacionismo? Levar as pessoas a permanecerem fiéis pelo receio de não serem arrebatadas antes? Ou diminuir um medo que existia na igreja por conta da Tribulação? 


Um ponto a se considerar é que os líderes que difundiram esta doutrina, a maior parte era adepta da teologia da substituição, logo, não entendiam que os eventos revelados a João são interligados aos eventos do resgate de Israel no Egito, quando ADONAI castigou aquela terra sem retirar os hebreus de lá.
Agora, será que eu devo crer no pré-tribulacionismo porque hoje há profetas na igreja profetizando e crendo nisto? Por mais que homens e mulheres sejam instrumentos do Eterno, estão acima dos desígnios Dele? 

E há prejuízo na salvação quando há uma crença no pré-tribulacionismo? Não creio que alguém perca a sua salvação por conta dessa doutrina falsa, mas pode ser um prejuízo na vida de quem é salvo, porque a igreja não irá se preparar devidamente para este tempo de angústia, prejudicando a salvação de muitos.

Infelizmente, essa doutrina traz um certo comodismo, uma falsa auto-confiança de que quando chegar a hora da provação, eles serão retirados daqui...então, deve-se descartar o Livro da Revelação, porque se alguém pensa que deveria ser revelada toda aquela tragédia para tranquilizar a igreja ou torná-la mais fiel a D’us, faz-se necessário um entendimento mais profundo dos propósitos do Eterno para o Seu povo.

 Podemos ainda observar em outra postagem dele, algumas referências históricas sobre o assunto, e leia com atenção cada uma delas e entenda o que ele quer dizer.

Victorinus, por volta de 240 dC:
 "E vi outro sinal grande e maravilhoso, sete anjos com as sete últimas pragas; Pois neles se completa a Ira de Deus. (Apocalipse 15:1) e estes estarão na última hora, quando a Igreja sairá do meio dela (2 Tessalonicenses 2:7).” (Comentário sobre Apocalipse 15.1); “O céu sendo aberto como um rolo é a Igreja sendo levada embora (Apocalipse 6:14).” (Comentário sobre Apocalipse 6:14);

 Efraim, por volta de 373 dC: "porque todos os santos e os eleitos do Senhor se ajuntaram antes da Tribulação que está para vir e serão levados ao SENHOR … ” (Nos últimos tempos 2 – Efraim, o sírio); 

Pastor de Hennas, por volta de 150 dC: "Ide, pois, e declarai ao Eleito do Senhor, de poderosos feitos, e dize-lhes que esta besta é um tipo da Grande Tribulação que está para vir. Se, pois, vos preparardes, e com todo o vosso coração, converter-vos ao Senhor em arrependimento. Então podereis escapar dele. Se o seu coração é puro e irrepreensível … a cor dourada representa que você escapou deste mundo. … Agora sabeis o símbolo da Grande Tribulação que está por vir. Mas se tiveres dispostos, isso não será nada.” (Pastor de Hennas); 

Cipriano, por volta de 250 dC: "Nós que vemos que coisas terríveis começaram. E sei que ainda mais coisas terríveis são iminentes, podem ser consideradas como uma grande vantagem para partirmos daqui o mais rapidamente possível. Você não dá graças a Deus, você não se congratula, que por uma partida precoce você será levado embora, e livre dos naufrágios e desastres que são iminentes? Saudamos o dia que nos leva a cada um de nós para a sua própria casa, que nos arrebata, e nos liberta das ações do mundo, e restaura-nos ao paraíso e ao reino” (Tratados de Cipriano – 21 a 26); “O Anticristo está vindo, mas acima dele vem também Cristo, o inimigo vem e se enfurece, mas imediatamente o Senhor segue para vingar nosso sofrimento e nossas feridas. O adversário está enfurecido e ameaça, mas há Um que pode nos livrar de suas mãos.” (Epístola 55 – Cipriano); 

Irineu, por volta de 180 dC: "Quando, no fim, essa Igreja será repentinamente arrebatada disto, então é dito, ‘Haverá tribulação como não houve desde o início, nem haverá.’” (Contra Heresias 5.29). 

Essas são citações usadas para comprovar que muito antes do século XVIII, já existia um pensamento sobre o pré-tribulacionismo...será? O tema central dessa doutrina é a crença de que a "igreja" não enfrentará a Tribulação, ou a Grande Tribulação. A questão é: qual o período que esses comentaristas da antiguidade se referiram? Pois no livro da Revelação (Apocalipse), vemos um tempo dos 7 Selos, outro das 7 Trombetas, e por último o das 7 Taças...de qual período eles creram que a "igreja" escaparia? De todos eles, ou de parte deles? O Emissário Paulo nos dá uma pista: "Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da ÚLTIMA TROMBETA. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados." (I Corintios 15:51,52); "Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da TROMBETA de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro." (I Tessalonicenses 4:16). Aqueles que entendem que Paulo nestes textos tratou do arrebatamento, não podem negar que este evento será marcado por um toque de Shofar (trombeta). E se esta será a última, então houve uma ou mais trombetas que soaram antes desta. No evento da Sétima Trombeta, diz o verso 18 do capítulo 11 de Apocalipse: "As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a terra". (Apocalipse 11:18). Se estes comentaristas da antiguidade creram que a "igreja" não enfrentará as 7 Taças da Ira de D'us, eles entenderam as palavras de Paulo. Mas, se creram que a "igreja" sairá da Terra antes dos 7 Selos, eles não entenderam. Então, a qual período eles se referiram, afinal? O pré-tribulacionismo ensina sobre qual período que a "igreja" será arrebatada? A Tribulação abrange todos os períodos, ou há um período de Tribulação e outro de Grande Tribulação? Infelizmente, James Darby não atentou para as palavras de Yeshua em Mateus 24. E se a "igreja" será arrebatada antes da Tribulação, então por que temos o livro do Apocalipse? Para nos amedrontar? Não seria um alerta sobre o que talvez iremos enfrentar? Enfim, a verdade é que a doutrina pré-tribulacionista não é bíblica...e James Darby se inspirou numa suposta "visão" que uma irmã teve em uma igreja no século XVIII.

 Depois de ler estes argumentos, e seus contextos históricos percebi que o que Deus permitiu que eu percebesse era correto, e que por muitos anos vivi um engano teológico. 

Agora pergunte-se a si mesmo, onde em todos os escritos no Novo Testamento, encontramos algo que dê para afirmar o pré tribulacionismo? Os apóstolos de Jesus ensinaram isso? Lemos nas cartas de Paulo algo sobre isso? Não, o que entendíamos sobre isso, era de argumentações humanas com inserção de textos bíblicos para tentar mostra uma "verdade" que não havia. Por isso, quando olhamos para as Escrituras no seu contexto correto, podemos entender melhor o que os escritos dizem. E hoje me comprometo a transmitir a verdade Bíblica. Sei no entanto, que nem todos irão aceitar, mas meu compromisso é com a verdade que é Yeshua (Jesus), pois ele disse que é " ...o caminho, a verdade e a vida...", então é a ele que devo satisfação e a obediência de ensinar e instruir em verdade.

Passarei a postar alguns artigos trazendo esse entendimento judaico do contexto bíblico, e você poderá perceber o que falo. Por hora, pense em tudo o que leu até aqui, inicie um processo de análise do que você acha que sabe. E sinceramente, se questione.

Desejo sinceramente que este artigo lhe traga esclarecimento em Cristo. Leia a Bíblia, ore,  e questione. 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Voltando aos tempos dos Apóstolos.

Vivemos tempos trabalhosos! Tempos em que o apóstolo Paulo já advertira as seguidores do Messias em sua época. São tempos que, como ele dizia, "não suportarão a sã doutrina" (2Tm 4.3), e aqui cabe mencionar que o termo grego para "sã doutrina" - διδασκαλίας - didascalias, é o mesmo para Torá, que é instrução, doutrina, lei.

Então hoje, as pessoas estão vivendo de tal forma que não suportam mais instruções verdadeiras da Escritura, que no caso, o que o apóstolo já dizia é a Torá, e vivem como se Yeshua (Jesus) tivesse abolido a doutrina, ou seja, a Lei.

Mas voltando ao assunto dos tempos trabalhosos, o apóstolo João também já mencionou em Apocalipse 2.4 e 5, " Mas eu tenho isto contra você: você abandonou seu amor inicial. Portanto, lembre-se de onde estava antes de cair, afaste-se desse pecado e faça o que praticava antes! Caso isso não aconteça, virei a você e tirarei sua menorah do lugar dela - se você não se voltar do seu pecado!"
Yeshua falando com João acerca do estado da igreja em Èfeso, afirma que eles abandoranam as primeiras obras, as primeiras coisas, ou seja, deixaram de obedecer. E isso é exatamente o que aconteceu com a igreja que se seguiu logo após o período apóstólico, se afastou aos poucos das determinações e dos costumes tradicionais que constam das Escrituras, forçadamente em alguns períodos da história, devido à imposições de alguns.

Então, precisamos voltar ao primeiro amor, ou seja, às práticas da igreja do período apostólico. Olhando para a Bíblia e para a cultura no seu contexto correto, que é o contexto judaico. Afinal a Bíblia é um livro judaico, Jesus era judeu e seguia a religião judaica, e disse para a mulher samaritana, que a salvação vem dos judeus, e isso não é somente em se tratando dele mesmo, mas de acordo com a epístola de Paulo aos Romanos 11, também o conhecimento que vem deles, pois como já mencionei a Bíblia e o conhecimento acerca de Deus vem dos judeus. Por isso, não desprezemos a verdade contida na Escritura, nem muito menos os fatos históricos. Leia a Bíblia, ore, e pesquise a história até aqui, e verás os fatos. Que o Espírito de Deus, que é a verdade lhes guie ao conhecimento.

E como tenho aprendido com meus irmãos messiânicos, restauração já!