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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Estudo da Parashá Mikets - Entenda o conceito original de sabedoria

 


Estudos da Torá

Parashá nº 10 – Mikets (Ao fim)

Bereshit/Gênesis 41:1-44:17

Haftará (separação) 1Rs 3:15-4:1 e

Escritos Nazarenos (Novo Testamento) At 7:9-16


Entenda o conceito original de sabedoria


Quando ouvimos a palavra “sabedoria”, muitas vezes pensamos em inteligência, diplomas, cargos ou discursos bem articulados. Outras vezes, confundimos sabedoria com aquilo que nos agrada ouvir, com conselhos que confirmam nossos desejos e vontades. No entanto, as Escrituras Sagradas, conhecidas no meio judaico como TaNaK, apresentam um conceito muito mais profundo, prático e transformador. A parashá Mikets, ao narrar como se deu a elevação de Yosef ao governo do Egito, nos oferece uma oportunidade clara de compreender o que é a verdadeira sabedoria segundo o padrão do Eterno, e como ela se manifesta na vida cotidiana. Venha comigo nesse pequeno estudo, compreender melhor o conceito original, baseado no TaNaK, sobre sabedoria.


RESUMO DA PARASHÁ DA SEMANA

A parashá Mikets dá continuidade à história de Yosef e revela, com grande clareza, como o Eterno dirige os acontecimentos mesmo quando tudo parece silencioso ou injusto. A porção se inicia com o Faraó tendo dois sonhos perturbadores: vacas saudáveis sendo devoradas por vacas magras e espigas boas sendo consumidas por espigas mirradas. Nenhum dos sábios, magos ou conselheiros do Egito consegue dar uma interpretação verdadeira, até que o copeiro se lembra de Yosef, esquecido por anos na prisão.

Yosef é chamado às pressas e deixa claro que a interpretação não vem dele, mas do Eterno. Ele explica que os sonhos são um só: o Egito viveria sete anos de grande abundância, seguidos por sete anos de fome severa. Com sabedoria, Yosef aconselha o Faraó a se preparar, armazenando alimentos durante os anos de fartura para que o povo sobreviva nos anos difíceis. O Faraó reconhece que a sabedoria de Yosef vem do Eterno e o coloca como governador de todo o Egito, sendo ele o segundo em autoridade, abaixo apenas do próprio Faraó.

Yosef recebe um novo nome egípcio, casa-se com Asnat e tem dois filhos, Menashê e Efraim, cujos nomes refletem a cura de suas dores passadas e a prosperidade que o Eterno lhe concedeu em terra estrangeira. Tudo acontece exatamente como foi revelado: a abundância vem, seguida pela fome, não apenas no Egito, mas também nas terras ao redor, incluindo Kenaan.

Com a fome atingindo a casa de Yaakov, seus filhos descem ao Egito para comprar alimento. Eles se prostram diante de Yosef sem reconhecê-lo, cumprindo, sem saber, os sonhos que ele tivera anos antes. Yosef os reconhece, mas fala com dureza, acusando-os de serem espiões. Seu objetivo não é vingança, mas sondar o coração dos irmãos e verificar se houve arrependimento pelo que fizeram no passado.

Shimeon é mantido preso, e os irmãos são enviados de volta com alimentos, com a exigência de que retornem trazendo Binyamin. Após resistência e temor, Yaakov permite que Binyamin vá com eles. No retorno ao Egito, Yosef os recebe com bondade, mas demonstra um cuidado especial por Binyamin. Antes da partida, Yosef manda esconder sua taça no saco de Binyamin, criando uma situação que coloca os irmãos diante de uma nova prova.

A parashá termina em tensão: Binyamin é acusado de roubo e ameaçado de se tornar servo do governante do Egito. O leitor é deixado diante da pergunta central: os irmãos abandonarão Binyamin como fizeram com Yosef no passado, ou demonstrarão que seus corações foram transformados?

Mikets nos ensina que o Eterno governa o tempo, exalta no momento certo e usa até o sofrimento para cumprir Seus propósitos. Quem ama o Eterno, segue os Seus mandamentos, e aprende a confiar que nada está fora do Seu controle.


ESTUDO DO TEXTO DA PARASHÁ

O que você entende ser sabedoria? Será que sabedoria é aquilo que você quer ouvir? Se é assim que você compreende sabedoria, então precisa analisar as Escrituras Sagradas para entender e definir a partir dela o padrão para reconhecer o que é sabedoria de verdade.

Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele. Mishlêi/Provérbios 26.12


Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! Yeshayahu/Isaías 5.21


No Hebraico חָכְמָה – chokhmah (lê-se rormá) traduz-se como sabedoria, sua raíz é חָכַם – chakham, que significa “sábio”. O termo Chokhmah além de ser traduzido como “sabedoria”, também pode, em alguns casos, ser traduzido como “habilidade”, conforme veremos mais adiante.

Aqui nesta parashá, chamada Mikets, vemos Yosef interpretar os sonhos do Faraó e, mais do que isso, oferece um conselho estratégico e prático: armazenar alimento nos anos de fartura para sobreviver aos anos de fome. Esse detalhe é fundamental. Aquele jovem hebreu, filho do patriarca Yaakov, declara que a sabedoria vem do Eterno, em uma clara intenção de dar a HaShem a honra, conforme podemos ver no texto abaixo:


O faraó disse a Yosef: Tive um sonho, e ninguém é capaz de interpretá-lo; no entanto, ouvi falar a seu respeito que você é capaz de interpretar os sonhos das pessoas. Yosef respondeu ao faraó: Não sou eu. Elohim concederá ao faraó uma resposta que deixará sua mente em paz. Bereshit/Gênesis 41:15-16


Vemos no decorrer do relato do texto que Yosef não apenas revelou o significado do sonho, mas que ele soube agir corretamente a partir do entendimento recebido do Eterno. O Faraó reconhece que essa chokhmah - sabedoria não era humana, mas vinha do Eterno, e por isso entrega a Yosef autoridade sobre toda a terra do Egito. Aqui, a Torá nos ensina que sabedoria não é apenas conhecimento, mas discernimento aplicado, uma habilidade, alinhada com o propósito do Eterno. É essa sabedoria, prática, humilde e obediente, que precisamos compreender e buscar.

De acordo com um artigo no site Yeshua Melekh, a palavra chochmah tem um sentido muito amplo, como vimos antes e para aprofundar o entendimento pelas Escrituras, vejamos alguns exemplos. Em Divrê Hayamim/Crônicas temos um exemplo do termo sendo usado no sentido de “habilidade”.


E eis que aí tens as turmas dos sacerdotes e dos levitas para todo o ministério da casa de Elohim; estão também contigo, para toda a obra, voluntários com sabedoria - בַּֽחָכְמָה֙ bachackemah - de toda a espécie para todo o ministério; como também todos os príncipes, e todo o povo, para todos os teus mandados. Div'rê Hayamim Aleph/1 Crônicas 28.21


A tradução, deste mesmo texto, pela “Almeida Corrigida, Revisada e Fiel” trouxe uma tradução bem literal, mas pelo contexto vemos claramente que os voluntários para toda a obra são pessoas habilidosas, não a toa, as versões como “Bíblia de Jerusalém da Editora Paulus 2002” e as versões em inglês trazem uma tradução usando o termo “hábil”, como pode ser lido abaixo:


Eis aqui as classes dos sacerdotes e dos levitas para todo o serviço da casa de Elohim; todos os voluntários hábeis - בַּֽחָכְמָה֙ bachackemah em qualquer especialidade ajudar-te-ão em toda esta obra; os oficiais e todo o povo estão às tuas ordens. Div'rê Hayamim Aleph/1 Crônicas 28.21 (Bíblia de Jerusalém – Paulus 2002)


De acordo com o já mencionado site, obviamente este conceito de sabedoria aplicado à habilidades tem um escopo bastante limitado. Certamente os antigos não iriam à um ferreiro pedir conselhos sobre estratégias de batalha por exemplo, só porque o ferreiro é um “sábio” com a manipulação de ferro. Os antigos compreendiam que habilidade era semelhante à sabedoria, pois, para um ferreiro ser tão habilidoso, este ferreiro deveria ter bastante conhecimento. Portanto, temos aqui um exemplo que sábio não é aquele que sabe responder a todas as perguntas, mas sim, é possível ser sábio com um conhecimento aplicado a determinado assunto. Por isso, podemos mais uma vez entender, que o TaNaK está nos ensinando que sabedoria não é apenas conhecimento, mas discernimento aplicado, alinhado com a vontade e propósito do Eterno. Vejamos nos tópicos seguintes um pouco mais de aprofundamento.


1. Sabedoria não é autoexaltação, mas submissão ao Eterno

As Escrituras são contundentes ao alertar contra a falsa sabedoria, aquela que nasce do orgulho e da autossuficiência. Mishlei 26:12 declara que o homem sábio aos seus próprios olhos é mais perigoso do que o tolo, observe:


Você conhece alguém que se julga sábio? Há mais esperança para o insensato do que para ele. Mishlei/Provérbios 26:12


Em seu texto Yeshayahu também reforça esse alerta, mostrando que essa postura conduz à ruína, observe:


Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e inteligentes em sua própria opinião. Yeshayahu/Isaías 5:21


A Torá nos mostra que Yosef é o oposto desse padrão, e isso é justamente para que possamos tê-lo como exemplo. Diante do Faraó, ele não se apresenta como alguém especial, nem reivindica crédito. Pelo contrário, ele afirma que a interpretação pertence ao Eterno, ou seja, a sabedoria é dada por HaShem e deve ser usada corretamente. Na verdade, aqueles que agem como se fossem sábios, mas estão distantes do Eterno, são considerados tolos. Essa postura de submissão praticada por Yosef é a base da verdadeira chokhmah - sabedoria. Assim como está escrito em Devarim 4:5-6, a sabedoria de um povo não está em sua exaltação, mas em guardar e cumprir as instruções do Eterno, observe:


Eu lhes ensinei decretos e leis, como me ordenou o Senhor, o meu Deus, para que sejam cumpridos na terra na qual vocês estão entrando para dela tomar posse. Vocês devem obedecer-lhes e cumpri-los, pois assim os outros povos verão a sabedoria e o discernimento de vocês. Quando eles ouvirem todos estes decretos dirão: "De fato esta grande nação é um povo sábio e inteligente". Devarim/Deuteronômio 4:5,6


Nos Escritos Nazarenos, esse mesmo princípio aparece quando Yeshua, seguindo o padrão do TANaK e dos sábios do povo de Yisrael, declara que aquele que ouve e pratica as palavras do Eterno é comparado a um homem prudente que edifica sua casa sobre a rocha, conforme lemos em Mt 7:24-27. O fundamento da sabedoria continua sendo o mesmo: ouvir e obedecer. Essa compreensão nos leva ao próximo ponto: sabedoria não é teoria, é ação.


2. Sabedoria como habilidade prática e discernimento aplicado

A palavra chokhmah, como visto na Torá e nos Profetas, ou seja no TaNaK, também carrega o sentido de habilidade, conforme já vimos. Em Shemot 31:6 e Divrêi Hayamim Aleph 28:21, que vimos acima, pessoas são chamadas de sábias porque sabem fazer bem aquilo que lhes foi confiado. Não se trata de status, mas de competência aplicada com responsabilidade. Talvez possamos acrescentar a isso, competência aplicada com amor verdadeiro ao Eterno. Observe o seguinte texto:


"E eis que eu tenho posto com ele a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã, e tenho dado sabedoria - חֲכַםkhacham - ao coração de todos aqueles que são hábeis - חָכְמָ֑ה - chakhmah, para que façam tudo o que te tenho ordenado." Shemoth/Êxodo 31.6


É interessante esta forma do texto tratar a sabedoria, pois podemos ver valor nas pessoas e nas suas atividades. Além disso, nos mostra que devemos estar mais atentos às pessoas e aquilo que elas têm a nos dizer, claro, desde que seja tudo medido pela Torá. No mundo de hoje é comum estar sempre atentos às celebridades, personalidades importantes, pessoas de status, etc. No entanto, muitas vezes se ignora as pessoas mais humildes acreditando que estas pessoas não têm muito a oferecer. Certas vezes não damos atenção às palavras de um mecânico, um pedreiro, um gari, etc. Mas é importante aprendermos de todos, pois todos têm experiências, e cada experiência que adquirimos reflete no nosso modo de enxergar a vida. O pedreiro que levanta uma parede pode trazer lições de suas atividades para as nossas vidas, assim como os profetas bíblicos usavam de parábolas para nos trazer lições, como por exemplo, a parábola do barro nas mãos do oleiro.

Yosef demonstra exatamente esse tipo de sabedoria. Ele não apenas entende o problema futuro, mas organiza o presente para enfrentá-lo. Planejar, armazenar, administrar e distribuir são expressões claras de chokhmah. Ele transforma revelação em ação concreta com entendimento. Isso é sabedoria!

Esse princípio atravessa toda a Escritura. O oleiro de Yirmeyahu 18 não é apenas um artesão, sua habilidade se torna uma lição viva sobre como o Eterno trabalha com o homem. Sugiro ler esse capítulo com atenção posteriormente, mas veja um verso:


Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer. Yirmeyhu/Jeremias 18.4


Ser oleiro, por exemplo, era uma atividade comum, assim como o tecelão, o pescador, etc. Mas apesar da simplicidade da profissão, o profeta criou uma parábola com o objetivo de ensinar e instruir. Abstrair conhecimento a partir de suas experiências é sabedoria, e não importa a atividade, se é uma atividade de destaque ou não, podemos ser sábios aprendendo de tudo aquilo que nos cerca. Falaremos mais sobre isso à frente. Além da sabedoria estar em uma pessoa habilidosa, também pode estar em nós quando tomamos uma decisão correta.

Assim, aprendemos que sabedoria é saber extrair entendimento das experiências simples da vida. Observar o que as Escrituras nos ensinam, observar as coisas ao nosso redor com os olhos da Torá. Esse tipo de sabedoria prática exige algo essencial, exige humildade para reconhecer limites e aprender com outros. No próximo tópico veremos que sabedoria está ligada com humildade.


3. Sabedoria se manifesta em humildade, escuta e obediência

Não poderíamos entrar nesse tópico falando sobre sabedoria e humildade sem lembrar de Shelomoh, que é chamado de sábio não apenas por suas palavras, mas por suas escolhas. Em Melachim Aleph/1 Reis 5, ele reconhece que os sidônios eram mais habilidosos no corte de madeira e decide cooperar com eles. Isso revela um princípio fundamental, o sábio reconhece valor nos outros e não se deixa governar pelo orgulho.

Em contraste, o relato de Amnon em Shemu’el Beth/2 Samuel 13 mostra o perigo de ouvir apenas conselhos que agradam. Yonadave é chamado de khacham, mas sua “sabedoria” é pervertida, pois ignora completamente os mandamentos do Eterno. O resultado é destruição, vergonha e morte.

De acordo com o artigo no site mencionado, a sabedoria de Shelomoh está muito além de uma simples escolha. Ele era um rei poderoso, de uma nação que se tornou poderosa através de David, seu pai. Mas não foi pelo fato de ser poderoso que ele quis submeter os sidônios. Outros reis da antiguidade criam que era melhor escravizar um povo para fazê-los trabalhar, do que pagar um salário para isto. A ausência do orgulho abriu lugar para a humildade, e a humildade também lhe permitiu reconhecer que os sidônios eram mais habilidosos. Mas e se Shelomoh tivesse sido orgulhoso? Certamente diria: “Nós somos o povo eleito, e nós é que temos que construir a casa de HaShem, e estrangeiro nenhum trabalhará nesta casa. Nós somos um povo santo, mas o estrangeiro não!”. Portanto, podemos e devemos entender que, sabedoria também é deixar o orgulho de lado, reconhecer as nossas debilidades e reconhecer as qualidades nos outros. Precisamos perceber que somos imperfeitos e que precisamos uns dos outros para sermos grandes, pois sozinhos nada seremos. O Rav Shaul, conhecido como apóstolo Paulo, disse: Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos, cuidando, cada um, não somente dos próprios interesses, mas também dos interesses dos outros. Filipenses 2:3-4.

O sábio é aquele que sabe reconhecer nos outros a sabedoria e que tem a humildade para buscar do sábio a sabedoria, e por isso Shelomoh diz em seu provérbio:


Mishlei 12:15 ensina que o sábio é aquele que dá ouvidos ao conselho correto, observe:


O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos. Mishlei/Provérbios 12:15


E em Mishlei 10:8 afirma que o sábio de coração aceita os mandamentos, veja:


Os sábios de coração aceitam mandamentos, mas a boca do insensato o leva à ruína. Mishlei/Provérbios 10:8


Aqui está o critério definitivo, os mandamentos do Eterno são o filtro que separa a verdadeira sabedoria da tolice. Tehilim/Salmos 107:42 e 43 conclui que o sábio observa as obras do Eterno e entende Sua benignidade. Ou seja, sabedoria é uma vida alinhada, sensível e obediente. Veja o texto:


Os justos vêem tudo isso e se alegram, mas todos os perversos se calam. Reflitam nisso os sábios e considerem a bondade do Senhor. Tehilim/Salmos 107:42,43


Concluindo nosso estudo, vimos que a história de Yosef na parashá Mikets nos ensina que a verdadeira sabedoria não está em títulos, reconhecimento humano ou palavras bonitas. Ela se revela em humildade, em ouvir, em aprender, em obedecer e em agir conforme os mandamentos do Eterno. Yosef foi exaltado porque já vivia essa sabedoria muito antes de receber autoridade. As Escrituras deixam claro que os mandamentos são a nossa sabedoria diante das nações. Quando escolhemos ouvir o Eterno acima das nossas vontades, quando rejeitamos conselhos que apenas nos agradam e quando aplicamos o entendimento recebido de forma prática e justa, passamos a andar no caminho da chokhmah verdadeira. Portanto, quem segue os mandamentos do Eterno aprende a viver com sabedoria, não para se exaltar, mas para preservar vidas, edificar outros e glorificar o Nome do Eterno em tudo o que faz.

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Que o Eterno lhes abençoe. 


Moshê Ben Yosef


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